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quarta-feira, 30 de abril de 2014
sábado, 30 de abril de 2011
1º de MAiO, dia de Festa & Luta.


Em 2011 celebra-se o 121º aniversário do 1º de Maio - Dia Internacional do Trabalhador.
As comemorações irão decorrer em todos os distritos de Portugal continental e ilhas.
http://www.cgtp.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=2049&Itemid=106
terça-feira, 4 de maio de 2010
sexta-feira, 30 de abril de 2010
1 de MAiO, dia de Festa & Luta.
Orgulho da Classe Operária, Agora & Sempre Contra o Capital.
ViVA O 1º DE MAiO.

1º MAiO POR TODO O PAÍS.
«Sóc fill d'un barri obrer, on es lluita per viure, per pagar unes lletres, uns bancs que et roben el futur, i sols per tenir un sostre, i penso, que anem malament, si els nostres nens dels carrers adopten actitud de vençuts!
Una mà m'acaricia amb les durícies que es fa a l'obra, i un cop de porra en mig del nas em torna al lloc quan estic fora. Em torna al lloc, al meu maleït lloc!
A aquests nens, els hi canvien l'amor per l'odi d'un pare frustrat que colpeja amb crits que negen el diàleg. I un jove incomprès mira cap al demà i no veu res, sols l'herència letal dels seus vells que l'eduquen amb cops, estúpids i racistes!
Una mà...
I el veí, saps, treballa d'encarregat en el supermercat del barri, i em mira arrogant per sobre l'espatlla. Ell vol ser com els rics, que viuen en els barris tan bonics, i que eduquen contents els seus fills per ser els nostres patrons, i jo els odio a tots.
I em tatuo al pit amb l'odi entre classes que tinc, una falç i un martell al meu braç, preparat per lluitar, Orgull de la classe obrera (2)
Oi!»
Sou filho dum Bairro Operário
Donde se luta para viver, para pagar umas dívidas
A uns Bancos que te roubam o futuro
E só para ter um tecto... e penso..:
Que vamos mal
Se os nossos filhos têm uma atitude de vencidos na Rua.
E uma mão me acaricia,
Com os calos da obra,
E um soco no meio do nariz
Traz-me à realidade
Quando estou a anhar,
Me traz à realidade, ao meu maldito lugar! (REF)
E a estes filhos, que se troca o amor,
Por ódio de um pai frustrado que bate
E com gritos nega o diálogo
E um jovem, incompreendido, que olha o Amanhã
E não vê Nada, só a herança letal dos seus velhos
Que lhe educam com golpes, estúpidos e racistas!
(REF)
E o vizinho, sabes?
Trabalha como capataz
No supermercado do Bairro
E olha-te arrogante por cima do ombro
Ele quer ser como os ricos
Que vivem em bonitos bairros
E que educam contentes os seus filhos
Para que sejam nossos patrões..
Odeio-os!
E tatuo no peito, com o Ódio de Classes que tenho,
Uma foice e um martelo no braço,
E a minha cabeça para lutar,
ORGULHO DA CLASSE TRABALHADORA! (X2)
(tradução lp16)
ViVA O 1º DE MAiO.

1º MAiO POR TODO O PAÍS.
«Sóc fill d'un barri obrer, on es lluita per viure, per pagar unes lletres, uns bancs que et roben el futur, i sols per tenir un sostre, i penso, que anem malament, si els nostres nens dels carrers adopten actitud de vençuts!
Una mà m'acaricia amb les durícies que es fa a l'obra, i un cop de porra en mig del nas em torna al lloc quan estic fora. Em torna al lloc, al meu maleït lloc!
A aquests nens, els hi canvien l'amor per l'odi d'un pare frustrat que colpeja amb crits que negen el diàleg. I un jove incomprès mira cap al demà i no veu res, sols l'herència letal dels seus vells que l'eduquen amb cops, estúpids i racistes!
Una mà...
I el veí, saps, treballa d'encarregat en el supermercat del barri, i em mira arrogant per sobre l'espatlla. Ell vol ser com els rics, que viuen en els barris tan bonics, i que eduquen contents els seus fills per ser els nostres patrons, i jo els odio a tots.
I em tatuo al pit amb l'odi entre classes que tinc, una falç i un martell al meu braç, preparat per lluitar, Orgull de la classe obrera (2)
Oi!»
Sou filho dum Bairro Operário
Donde se luta para viver, para pagar umas dívidas
A uns Bancos que te roubam o futuro
E só para ter um tecto... e penso..:
Que vamos mal
Se os nossos filhos têm uma atitude de vencidos na Rua.
E uma mão me acaricia,
Com os calos da obra,
E um soco no meio do nariz
Traz-me à realidade
Quando estou a anhar,
Me traz à realidade, ao meu maldito lugar! (REF)
E a estes filhos, que se troca o amor,
Por ódio de um pai frustrado que bate
E com gritos nega o diálogo
E um jovem, incompreendido, que olha o Amanhã
E não vê Nada, só a herança letal dos seus velhos
Que lhe educam com golpes, estúpidos e racistas!
(REF)
E o vizinho, sabes?
Trabalha como capataz
No supermercado do Bairro
E olha-te arrogante por cima do ombro
Ele quer ser como os ricos
Que vivem em bonitos bairros
E que educam contentes os seus filhos
Para que sejam nossos patrões..
Odeio-os!
E tatuo no peito, com o Ódio de Classes que tenho,
Uma foice e um martelo no braço,
E a minha cabeça para lutar,
ORGULHO DA CLASSE TRABALHADORA! (X2)
(tradução lp16)
sexta-feira, 23 de abril de 2010
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Recibos Verdes da tanga que o patronato nos impinge...
E porque nem só de bola se fala aqui no LP16, aqui fica uma abordagem a um flagelo laboral que nos afecta a todos CADA VEZ MAIS...:
sexta-feira, 1 de maio de 2009
1º de Maio.

O 1º de Maio é hoje, e é dia de sair à Rua.
Dedico estes vídeos sonoros a todos os que estão comigo, os que marcam presença, os que estão sempre cá.
Ombro a ombro, seja na Bola, no Bairro, na Tasca, no Trabalho, na Luta...
Esta banda francesa chama-se J`aurais Voulu, e é de Colmar.
E esta é de Paname, de seu nome N.T.M.
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